O Escolhido: A Construção do Militante Incontestável

O ESCOLHIDO

O sujeito de esquerda se considera um ser escolhido, por uma divindade qualquer (na verdade ele mesmo), para ser o herói épico que trará justiça e igualdade social para toda a humanidade.

O DISCURSO HUMANISTA

O esquerdista, o Escolhido, apropriou-se descaradamente, sem que ninguém lhe autorizasse, do discurso “humanista”. Aqui, referindo-se àquele da tal “luta” por justiça social e da tal “defesa” dos direitos humanos das ditas minorias oprimidas da sociedade; incluindo ai homossexuais, negros, pobres, índios e mulheres. Discurso este que é, certamente, inegável e indiscutível; mas apenas em si mesmo.

O ESCOLHIDO É O DISCURSO HUMANISTA

O grande mal surge na prepotência e na arrogância do esquerdista, o Escolhido, que, ao se apropriar tanto do discurso humanista, se imagina como a incorporação do próprio discurso. Como disse o líder socialista populista nacional, ao ser preso, que já não era mais um homem; e sim, uma ideia.

O ESCOLHIDO INJULGÁVEL

A fusão entre o esquerdista, o Escolhido, e o discurso humanista numa só coisa, transforma aquele em um ser acima das leis da moral, da ética, dos homens e das leis divinas. Desta forma, a incontestabilidade do discurso humanista, que o esquerdista incorporou como sendo ele mesmo, torna-o uma pessoa a qual não se pode criticar ou julgar.

O ESCOLHIDO DÉSPOTA

O esquerdista, o Escolhido, como não pode ser julgado por incorporar o humanismo indiscutível, torna-se um ser autoritário da razão e das opiniões. Um déspota do dia a dia do seu convívio social que não admite ser contrariado; pois se considera o próprio bem e amor ao próximo. Ele está do lado do bem; quem não está com ele está do lado do mal. Dicotômico! Quem discordar é intimidado com violência: “Por quê!? Você não concorda comigo de que no Brasil a desigualdade social mata milhares de pessoas de fome?”

O ESCOLHIDO GENOCIDA

O esquerdista, o Escolhido, ao se achar o herói déspota injulgável do humanismo, transforma-se, finalmente, em um genocida social, capaz de isolar, cancelar, romper, discriminar, xingar, difamar, dedurar, querer prender, a quem ouse contrariar suas opiniões, desejos e crenças políticas.

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