Os esquerdistas vivem exclusivamente em bolhas de eco nas redes sociais, olhando o dia todo para o celular. Na realidade não entram em conflitos; pois não têm coragem de discutir olhando na cara de outra pessoa no mundo real. Não conseguem desenvolver um debate social honesto e produtivo; eles apenas reagem com muito ódio do bem ao serem ameaçados dentro das bolhas de eco da militância. Sua raiva é proporcional à ameaça percebida à sua narrativa, e seu mundo só existe enquanto cercado por confirmações que negam a realidade alheia. É a militância emocional protegida por filtros, memes e hashtags. Os esquerdistas não aceitam ser desafiados intelectualmente. Querem conforto, entretenimento e respostas prontas; e quando algo os incomoda, eles censuram. “Textões” indicam ideias complexas que geram debates, que criam conflitos; e conflitos provocam infelicidade. O progressismo com seu discurso humanista travestido de intelectualidade falaciosa cria uma sociedade ignorante, arrogante e completamente manipulável. A esquerda cria bolhas de militância onde é mais fácil ser feliz na ignorância do que lidar com a complexidade do mundo real. 40% dos brasileiros não leem nada e 30% nunca compraram um livro; dizem que é chato, difícil e demorado. Os jovens militantes de hoje dizem que estudaram todo tipo de assunto que a agenda-setting da hegemonia progressista impõe diariamente, do aquecimento global às bases jurídicas da inocência de Lula condenado por corrupção passiva; pois não havia o documento de propriedade do triplex – bem, claro que não tinha, pois se tivesse ele teria sido condenado por corrupção ativa. Entretanto, todo esse conhecimento vem de assistir Reels de 15 segundos, de repetir o que todos na bolha de eco estão disseminando; enfim, somente consumindo informação mastigada que não exige nenhum esforço mental de análise crítica. Quando se para de ler, para-se de pensar e de questionar. Sem a leitura de livros de filosofia, de ciência política e os clássicos, essa geração de militantes arrogantes de redes sociais virou mais do mesmo; que repete o que escuta, que aceita narrativas prontas e que nunca questiona.

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