Mais uma vez a esquerda brasileira prova que sua retórica de defesa da “soberania nacional” não passa de uma máscara para enganar o povo brasileiro. Lula e o PT e sua militância fanfarrônica adoram posar como guardiões da pátria, acusando a direita de “entregar o Brasil” ao imperialismo americano e que Donald Trump estaria somente interessado em nossas terras raras. Mas os fatos desmentem esse teatro: quem de fato está entregando o Brasil, quem realmente coloca em risco o futuro estratégico da nação, é o governo Lula, que fecha os olhos — quando não aplaude — para a crescente apropriação chinesa de nossas riquezas minerais.
A venda das minas da Anglo American no Brasil para a estatal chinesa MMG, braço da China Minmetals, escancara essa farsa. Por apenas US$ 500 milhões, os chineses assumiram o controle de cerca de 60% da produção nacional de níquel, insumo vital para baterias de veículos elétricos, aço inoxidável e toda a indústria tecnológica do futuro. O escândalo é ainda maior quando se sabe que uma empresa turca-holandesa, a Corex Holding, ofereceu quase o dobro — US$ 900 milhões — e mesmo assim a proposta foi rejeitada. A pergunta é inevitável: por que a Anglo preferiu vender barato para os chineses? Que forças políticas e diplomáticas pesaram nessa decisão?
O Incra já alertou em ofício: trata-se de um risco concreto à soberania nacional, pois esses ativos minerários estão em áreas sensíveis de Goiás, Pará e Mato Grosso. O próprio texto oficial fala em “contradição” diante da exploração sistemática por estrangeiros sem que o Brasil desenvolva sua cadeia produtiva. Em outras palavras: estamos virando colônia mineral de Pequim, enquanto Brasília assiste calada.
E aqui entra a hipocrisia criminosa do PT. Quando se trata de Trump ou dos Estados Unidos, Lula e sua militância levantam a bandeira da “ameaça imperialista”. Fazem discursos inflamados, acusam a oposição de submissão a Washington, e inventam o espantalho de que a direita quer vender nossas terras raras. Mas quando o comprador é a China comunista, aí o discurso muda: silêncio cúmplice, subserviência ideológica e cooperação automática.
Lula, que vive discursando sobre “defender o Brasil”, permite que uma estatal chinesa assuma o controle de um dos minerais mais estratégicos do planeta. E isso após rejeitar uma oferta muito superior de um grupo privado independente. Não é apenas má gestão — é traição aos interesses nacionais.
Enquanto a oposição é atacada com narrativas fabricadas, o governo petista entrega o coração do nosso futuro industrial a Pequim. O resultado? O Brasil perde autonomia, perde competitividade, perde soberania. Ganha apenas o carimbo de colônia fornecedora de insumos para a ditadura chinesa.
O PT precisa ser desmascarado: sua “defesa da soberania” é seletiva, cínica e ideológica. Contra os EUA, discursos inflamados; diante da China, silêncio cúmplice. É a velha lógica petista: o que vale não é o Brasil, mas o projeto de poder e a submissão a regimes que servem de inspiração ao partido.
Enquanto o povo brasileiro luta por empregos, desenvolvimento e independência tecnológica, Lula entrega o futuro para Pequim. E ainda tem a audácia de acusar a direita de traição à pátria. Não: a verdadeira entrega está acontecendo agora, pelas mãos do PT.

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