A estratégia de poder do PT

A estratégia de poder do PT consiste em:

1) uma tradição de décadas de militância profissional, organizada e hierarquizada, com células em sindicatos, CEBs, igrejas evangélicas, universidades, mídias militantes, meio artístico, coletivos, ONGs, movimentos sociais e organizações comunitárias, atuando diariamente e continuamente na base da sociedade civil organizada;

2) a adoção maquiavélica, de forma sorrateira, ambígua e não explicitada, das concepções filosóficas gramscianas de chegada ao poder pela via da conquista gradual da hegemonia sobre a sociedade civil, estratégia que o neocomunismo internacional optou após os fracassos das lutas armadas na América Latina e da queda do Muro de Berlin em 1989 e do fim da União Soviética, quando as lideranças revolucionárias socialistas do ocidente foram obrigadas a renunciar das estratégias marxistas clássicas de tomada de poder;

3) a apropriação e a monopolização, de forma enganadora, arrogante e hipócrita, da retórica do “humanismo” fraudulento do politicamente (in)correto, que finge adotar um conjunto de valores universais aparentemente positivos, como a “luta” por justiça social, por meio, por exemplo, de programas assistencialistas, que terminam por ser escravizantes do povo humilde, como a “defesa” das minorias oprimidas, incluindo ai, negros, homossexuais, mulheres, índios, pobres, analfabetos, etc., sem que essas minorias tenham dado tal permissão de representação, e, principalmente, como a “defesa” da ética e a “luta” contra a corrupção política, que até recentemente havia sido uma demagogia exclusiva das oligarquias patrimonialistas brasileiras;

4) a criação de realidades falsas através de narrativas bem elaboradas e implementadas por meio da adoção de métodos modernos de formação e conquista da opinião pública. Primeiramente, com o uso exaustivo do “gaslighting”, que manipula a realidade pela linguagem, adulterando ou confundindo os significantes, os significados e os referentes das palavras. Narrativas massificadas como reais por meio da “Agenda-Setting” diária da mídia militante, com os temas, definidos pelas redações das empresas mais poderosas, como importantes para a discussão social em determinado período. Tais métodos de formação de opinião e de manipulação da realidade tem como objetivo intimidar as pessoas pela Espiral do Silêncio, processo social que força os opositores, aqueles que não se deixam levar pelas manipulações massificadas, a ficarem calados achando, erradamente, que são minorias e que estão equivocados por não apoiarem as agendas esquerdistas demagógicas; e

5) Adoção de uma agenda dita como “humanista”,  que seria fraterna, humana, caridosa, baseada no “discurso humanista” do ideal de igualdade e de justiça social, que, obviamente, é inegável apenas em si mesmo. Entretanto, tal agenda, que se diz socialista, tem, na verdade, como objetivo um projeto de poder de uma minoria estridente que compõe a elite patrimonialista nacional, hoje petista e socialista, formando a corte do rei sindicalista. Projeto este que só se consolida com a destruição real dos costumes, valores, ética e moral da sociedade judaico-cristã ocidental por dentro, por meio das típicas bandeiras esquerdistas fraudulentas:

– a descriminalização do uso de drogas;

– a ideologia de gênero no meio das crianças em formação;

– a proliferação do ateísmo;

– a retórica de luta contra o preconceito para a desestruturação da família tradicional;

– o apoio a marginais e não às suas vítimas da sociedade com a desculpa de defesa de direitos humanos;

– o fomento das conquistas sem mérito e esforço pessoal, como as cotas para ingresso de minorias em universidades;

– a globalização do direito e da economia para deteriorar a segurança nacional, priorizando acordos internacionais que destroem a noção de Nação e de direitos nacionais e patrióticos;

– o desarmamento da população para facilitar a intimidação pelos coletivos fascistas militantes de extrema-esquerda;

– a desmoralização, desarmamento e destruição da segurança pública, em especial, das polícias militares;

etc.

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