

1) A lógica ilógica da esquerda justifica a violência fascista dos antifascistas como necessária para acabar com a suposta violência fascista dos não antifascistas que devem ser combatidos de forma fascista.
2) Assim, muita violência real fascista é necessária para acabar com a imaginária violência fascista dos antiantifascistas.
3) Todos os que não apoiarem a revolução antifascista violenta contra a hipotética violência da sociedade supostamente fascista devem ser eliminados do debate público e “queimados” pela versão virtual moderna da inquisição medieval que visa, com muito amor antifascista fascista, anular violentamente toda a imaginada violência opressora, oprimindo todos os que não são antifascistas.
4) O apoio incondicional de jovens jornalistas, doutrinados por lideranças revolucionários nas universidades federais nos pós CF/88, aos antifascistas fascistas verdadeiros e a tudo da agenda dita progressista, através de uma militância radical diária, consciente ou não, é o fenômeno social mais perigosamente fascista para a civilização ocidental no Século XXI.
5) Mas, quem não apoiaria um movimento que se considera escolhido pela divindade para realizar a luta pela democracia e pela justiça social e contras os fascistas, que usa violência “somente” para combater violência, que é ovacionado pela Academia, artistas famosos e ricos, políticos demagogos de esquerda e pela mídia?
6 ) Assim, está claro que, de acordo com o delírio coletivo da esquerdopatia nacional, se você apoia a agenda progressista, então você é uma pessoa boa e está autorizada a tudo, até a violência antifascista fascista, mas se você não apoia, é simples: você é um antiantifascista fascista e deve ser fascistamente calado e “cancelado”.
7) Na revolução cultural gramsciana, o imperativo categórico é aquele definido pela mentalidade revolucionária para substituir a moral e a ética como a conhecemos por uma nova moral. Uma moral na qual se permite a violência em nome da democracia, racismo para combater racismo, difamação e humilhação de opositores e o ódio do bem.
8) O comunismo do XXI não é o da planificação econômica ou o da luta de classe, mas o da luta de identidades, onde se você não é da minha identidade, eu o eliminarei da face da terra de forma bem fascista, mas com muito amor freiriano.
9) Os movimentos de esquerda, comunistas, fascistas e antifascistas, exploram os ressentimentos das pessoas de revolta com a vida, suas fraquezas e a sua covardia em transferir sua parcela de culpa pelos males da sociedade para um mitológico sistema opressor burguês que, então, deve violentamente ser eliminado.
10) A inveja e o ressentimento das pessoas com carência afetiva e sem o histórico de saber enfrentar com coragem as frustações da vida, é o instrumento de ação da esquerda, típico dos maiores covardes e hipócritas que a condição humana pode produzir de ruim.
11) A esquerda utiliza um modelo psicológico perfeito que permite aos jovens covardes transferirem a culpa de seu fracasso e da sua infelicidade para o mundo, autorizando-os, moralmente, a violentá-lo, como um ato de vingança pessoal pelo seu sofrimento.
12) O objetivo da esquerda brasileira, com o movimento “antirracista”, não é acabar com atos racistas na sociedade, mas sim destruir a maior Nação miscigenada do mundo, com separatismo de identidade para criar um povo fraco e totalmente dependente da tutela de um Estado assistencialista provedor de tudo como esmola a um necessitado.
13) O separatismo forçado da esquerda, torna as pessoas incomunicáveis, cada um no seu grupo de pares e no seu mundo de identidade, lutando para que a sociedade siga os seus desejos e anseios independente da liberdade e opiniões de outras pessoas e grupos, que passam a não existir ilusoriamente.
14) A esquerda propõe o combate à opressão, a partir de uma outra opressão, o combate à discriminação, a partir de uma outra discriminação, caracterizado basicamente pela censura à liberdade de expressão e de opinião dos que não aceitam o discurso esquerdista.
15) A esquerda busca eliminar a lógica burguesa que pauta a vida no mérito dos resultados eficazes dos seus esforços pessoais contínuos competentes e produtivos através do trabalho árduo ético e honesto.
Lógico, não?

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