
Você já ouviu falar na radical tese filosófica esquerdista do fundamentalista e marxista cultural Herbert Marcuse de 1965, sobre uma tal TOLERÂNCIA REPRESSIVA?
A teoria esquerdista da Tolerância Repressiva, de Herbert Marcuse, é a ideia segundo a qual a tolerância burguesa, ou seja, a liberdade individual que hoje você usufrui, é falsa, pois só favorece à “tirania da maioria”.
Desta forma, só se combate essa suposta tolerância burguesa com uma total intolerância ao dito burguês capitalista fascista, inimigo imaginário da mitologia comunista.
Assim, tudo o que vem da esquerda deve ser considerado bom, e tudo o que vem da direita deve ser considerado mau.
A “tolerância repressiva”, em relação à Esquerda, desculpa tudo, até a violência dita “revolucionária”, hoje praticada pelos xingamentos e difamações em redes sociais e nas ruas pelos antifas.
Já, em relação à Direita, a “tolerância repressiva” representa uma total INTOLERÂNCIA que se assenta na oposição, com real e total violência em relação às ideias e às instituições da civilização ocidental, em especial, à família, aos conservadores e aos liberais.
A liberdade de expressão (segundo o conceito de tolerância repressiva) não é aceita, porque permite a propagação do “erro” da tal tolerância burguesa.
Marcuse, então, de forma prepotente e arrogante, como todo “filósofo” de esquerda, toma para si o monopólio da verdade, o monopólio das virtudes, considerando-se o gênio que descobriu o caminho para um mundo melhor, onde todos desfrutarão da verdadeira tolerância e da total liberdade do indivíduo (sem, é claro, explicar como um indivíduo vai desfrutar de sua liberdade total sem limitar a total liberdade do outro na sociedade perfeita por ele buscada).
Assim, a minoria revolucionária da sociedade atual acha-se no direito natural de reprimir as opiniões rivais de forma violenta e intolerante.
Eis aí, a origem do hoje correntemente praticado “ódio do bem”.

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